Transporte de material biológico

Há mais ou menos 2 anos, durante o mestrado, passei pela experiência de exportar e importar (Brasil-EUA) amostras de sangue e DNA de uma espécie de ave silvestre brasileira. Que sufoco! O primeiro passo foi checar que licenças são necessárias para essa operação, em cada um dos dois países.

Confesso que não foi uma tarefa simples. Para se ter idéia, descobri, apenas uma semana antes de enviar as amostras, que ainda faltava um documento. Felizmente, esse foi o mais rápido de se conseguir. A informação sobre o que é necessário não se encontra facilmente disponível, e muitas vezes é confusa.

Mas a idéia de chegar em outro país, ou mesmo no Brasil, e poder ser tachado de biopirata ou algo do tipo não me parece muito agradável. Por isso, vale a pena olhar com cuidado toda a papelada que deve acompanhar esse tipo de material.

Pensando nisso, resolvi disponibilizar aqui um arquivo que escrevi com todos os documentos de que precisei. Reforço que é necessário checar as informações, porque apesar de ter dado tudo certo comigo, é possível que algumas exigências tenham mudado. Além disso, cada tipo de material (fauna, flora, microorganismo, DNA, sangue, etc…) tem uma exigência de documentação, sanitária e de armazenamento. Portanto, não consulte apenas essas informações

Divirta-se: clique aqui para baixar o manual de exportação e arquivos anexos em formato “.zip”.